Paul Levy
1. A
igreja é enfraquecida, pois os líderes não são exemplosde piedade. As congregações
deveriam ser capazes de olhar para seus líderes e aspirar ser como eles em suas
vidas e em seus ensinos.
2. Você
coloca o futuro da igreja em perigo. Ministros vem e vão. A maioria dos
presbíteros vai permanecer por mais tempo que os pastores e serão os homens que
escolherão os próximos.
3. Você
coloca seu pastor em uma posição vulnerável. Pode ser que os presbíteros sejam
homens fracos que permitem que ele faça tudo que quiser. Todas as decisões são
de acordo com a vontade dele e as pessoas começam a temer enfrentá-lo. Por
outro lado, há incontáveis exemplos de presbíteros que fazem da vida dos
pastores um tormento, ao puxarem o freio de mão a cada oportunidade que aparece
e serem extremamente difíceis de lidar.
4. Líderes
com teologia fraca não serão capazes de detectar erros. Muito provavelmente
será uma questão de ênfase, e o ensino começa a ficar desbalanceado.
Presbíteros com um bom conhecimento das Escrituras e das Confissões serão
capazes de nos corrigir, ou pelo menos nos alertar quando começarmos a
desequilibrar.
5. Seus
presbíteros não serão pastores do rebanho. Serão apenas uma mesa diretora que
toma decisões executivas sem, de fato, cuidar das pessoas e lidarem com suas
necessidades. O pragmatismo mata igrejas a longo prazo.
6. Quando
se trata de grandes decisões e ataques à verdade, a única esperança é que eles
tomem as decisões corretas baseados nas lealdades pessoais. Eles certamente não
terão as bases teológicas corretas para tomarem as decisões certas.
7. A
disciplina eclesiástica será praticamente inexistente, pois eles nunca
enxergarão os problemas.
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