QUE TIPO DE LÍDER DEUS
USA?
Quando pensamos em um líder, nosso foco recai sobre alguém "que convence seguidores de que pode resolver seus problemas de uma forma melhor e mais eficaz do que qualquer outra pessoa”. A compreensão do de que consiste a liderança, leva-nos a um indivíduo que reconhece os problemas, as dificuldades e as necessidades de um grupo. Ele ajuda a identificar o que está errado e lidera pessoas no caminho de soluções satisfatórias. Qualquer indivíduo que segue um bom líder vive confiantemente. O otimismo penetra qualquer grupo que é abençoado com uma liderança piedosa.
Quando pensamos em um líder, nosso foco recai sobre alguém "que convence seguidores de que pode resolver seus problemas de uma forma melhor e mais eficaz do que qualquer outra pessoa”. A compreensão do de que consiste a liderança, leva-nos a um indivíduo que reconhece os problemas, as dificuldades e as necessidades de um grupo. Ele ajuda a identificar o que está errado e lidera pessoas no caminho de soluções satisfatórias. Qualquer indivíduo que segue um bom líder vive confiantemente. O otimismo penetra qualquer grupo que é abençoado com uma liderança piedosa.
Um líder convence outras
pessoas a segui-lo porque tem respostas e soluções. Ele sabe o caminho a seguir
ou, pelo menos, convence seus seguidores de que é competente. Pouca ou nenhuma
vantagem pode ser obtida pela elevação de alguém a uma posição de autoridade, se
essa pessoa é nitidamente incapaz de convencer o grupo de que pode resolver seus
problemas. Visto que um grupo sem líder sente-se instintivamente como se
estivesse condenado, ele dará as boas-vindas a qualquer um que estiver disposto
a indicar-lhe a saída. Este poderá ser um homem de Deus ou um patife ambicioso,
um destruidor, ou alguém que determina o passo ideal. E será tolerado até que
apareça um líder mais persuasivo. Esse tipo de líder administra precariamente em
sistemas democráticos, mantendo seu poder através do medo e por ameaças. Fidel
Castro talvez não tenha melhorado a vida de muitos cubanos, mas tem mostrado
como o poder pode ser mantido através da força e do
medo.
Para um líder guiar, precisa
ter autoridade, tanto quanto um automóvel precisa de um motor para ser dirigido.
Se o líder é escolhido desconsiderando-se os critérios de Deus e os valores
bíblicos, o grupo e seus propósitos serão postos em perigo. Exemplo claro disso
foram as trágicas conseqüências da escolha de Israel, para que Abimeleque
reinasse sobre eles (Jz 9). A sua história sórdida demonstra o quão é importante
fazer a escolha certa. A Bíblia oferece grandes exemplos de líderes escolhidos
por Deus. Suas personalidades foram tão distintas quanto as suas faces e as suas
biografias, no entanto, algumas características merecem uma consideração
especial. A liderança depende de algumas qualidades e
habilidades.
Exemplos
Bíblicos de Homens Usados por Deus
José: Um Líder Ideal Moldado em uma Prova Severa de
Rejeição
A famosa
história bíblica de José apresenta-nos um homem humilde de princípios. O status
de filho favorito que José tinha, em vez de fazê-lo orgulhoso e esnobe,
despertou-lhe o desejo de viver à altura das expectativas de seus pais. Os
sonhos que Deus dava a José convenceram-no não do fato de que de era muito bom
para servir outras pessoas mas, ao contrário, de que Deus o tinha escolhido para
uma tarefa especial. Quando seus irmãos venderam-no como escravo, em vez de
nutrir um espírito de autocomiseração, José manteve sua atitude positiva. Deus
duramente testou seus princípios, mas ele não vacilou. Embora a esposa de
Potifar tenha tentado repetidamente seduzi-lo, José resistiu às suas investidas
por causa de seu caráter bem desenvolvido. Mesmo sendo inocente, seu aprisionamento
falhou na indução da ira escondida ou de um espírito vingativo. Enquanto o
copeiro de faraó tinha esquecido de apelar por sua causa justa diante do rei,
José continuou servindo a Deus, abnegado, na prisão. O desapontamento grosseiro
diante da terrível injustiça não provocou nenhuma ferida destrutiva em seu
espírito. O sofrimento desmerecido não produziu uma falta de confiança na
providência de Deus.
José foi um homem tão incomum,
que sua preparação, por Deus, para a liderança, pode ajudar pessoas que aspiram
qualquer ministério que influencie outras pessoas. A seguir veremos algumas de
suas grandes qualidades, necessárias a líderes bem
sucedidos.
Destaca-se um senso de vocação
indestrutível. Desde sua infância, José acalentou um senso de destino. A atenção
especial do seu pai, intensificada pelos sonhos que José entendera serem dados
por Deus, lançou os alicerces da responsabilidade e da maturidade. A vocação,
para um cristão, é algo sério porque ele sabe que a vida não é sem propósito.
Ele sabe, como José sabia, que Deus marcou a sua vida com um valor distinto. O
"chamado" bíblico não concede meramente a uma pessoa o direito de regozijar-se
na liberdade de escolha e no auto-desenvolvimento, mas obriga-a a beneficiar
outras pessoas. Através do curso da sua vida, José nunca perdeu aquela certeza.
Ele pôde confiantemente falar a seus irmãos bajuladores, que temiam por suas
vidas após a morte de Jacó: "Não temais; porque, porventura, estou eu em lugar
de Deus? Vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus o tornou em bem, para
fazer como se vê neste dia, para conservar em vida a um povo grande" (Gn
50.19-20). Um profundo senso do chamado de Deus para servir outros deve marcar a
vida dos líderes.
Deus, depois de moldar seu
servo através de muitos sofrimentos e provas, finalmente elevou José à posição
de primeiro ministro do Egito. Ele foi tirado das algemas da prisão para exercer
autoridade absoluta sobre todo o Egito, ao lado do próprio faraó. Ele não foi
motivado pelo poder ilimitado para despejar a vingança sobre seus irmãos
invejosos ou da esposa mentirosa de Potifar. Ele chorou diante de seus irmãos
enquanto eles pediam seu perdão. A liderança, de acordo com os parâmetros de
Deus, não pode ser contaminada com a inveja e o
ressentimento.
Examinando mais profundamente
a vida de José, um líder escolhido por Deus, podemos ressaltar outras qualidades
marcantes, como estrelas brilhando em uma noite sem nuvens. Stogdill sugeriu que
perfis psicológicos, em si mesmos, dão pouca indicação do surgimento de um líder
capacitado. Porém, em resumo, a vida de José era significativamente
caracterizada pelo seguinte perfil:
Primeiro, ter capacidade e
potencial indiscutíveis (inteligência, atenção, facilidade de se comunicar,
originalidade, julgamento). José demonstrou todas essas qualidades durante sua
vida. Ambos, Potifar e o faraó, imediatamente reconheceram em José uma pessoa
dotada e incomum. A confiança deles acabou sendo bem
fundamentada.
Segundo, realização requer
sabedoria, conhecimento e consumação. Ainda que não tenhamos qualquer idéia
sobre a formação acadêmica de José, não há dúvida alguma com relação à sua
habilidade de administrar o armazenamento da colheita e o seu programa de
distribuição.
Terceiro, ter uma
responsabilidade irrefutável (confiança, iniciativa, persistência, auto
confiança, desejo de vencer). Sem ter dado atenção aos detalhes e a integridade,
José raramente poderia ter manejado o imenso e complexo trabalho ordenado pelo
faraó.
Quarto, ter uma participação
direta (atividade, sociabilidade, cooperação, adaptação). Claramente, José tomou
parte no processo de implementação de um programa nacional estabelecido para
evitar a fome sobre a nação. A mudança de longos anos em uma prisão para uma
alta posição governamental, requer mais do que uma pequena dose de adaptação. A
sociabilidade e a cooperação foram o seu pão de cada dia. A participação direta
fez com que o programa fosse bem-sucedido.
Quinto, ter um status
integrado (posição socioeconômica, popularidade). A popularidade de José em
todas as esferas Sociais e econômicas em que Deus o tinha colocado, brilha
através das linhas da narrativa de Gênesis. Embora seja verdade que a falta de
popularidade entre seus irmãos fosse gerada pela inveja destes, não houve
hostilidade alguma da parte de José que encorajasse essa animosidade destes.
Obviamente, líderes que carecem popularidade precisam implementar
força.
Sexto, estar em uma situação
ordenada por Deus (habilidade mental, experiências, necessidades e interesses de
seguidores, objetivos para serem alcançados e tarefas para serem realizadas).
Durante sua longa vida, José demonstrou uma habilidade incrível de manejar as
tarefas a ele apresentadas. Não há sugestão alguma de que ele sentiu-se
derrotado completamente pela situação que Deus colocara diante
dele.
José ilustra como as
circunstâncias e as capacidades para liderar combinam-se na formação de líderes
marcantes. Como Stogdill escreveu: "A evidência forte indica que habilidades
diferentes de liderança e as peculiaridades são exigidas em situações
diferentes. Os comportamentos e as peculiaridades que capacitam um criminoso
para ganhar e manter o controle sobre uma quadrilha não são as mesmas que
capacitam um líder religioso para formar e manter um grupo de seguidores.
Contudo, algumas qualidades gerais como a coragem, a firmeza e a convicção
parecem caracterizar ambos"
Notavelmente sociável e
articulado, José atraiu atenção, independentemente de sua posição servil, como
escravo na casa de Potifar. Que outra razão teria uma pessoa de alta-classe,
esposa de um oficial, para seduzi-lo? Sua adaptabilidade brilha durante toda a
narrativa de Gênesis. Como um escravo em uma casa, como um prisioneiro na cadeia
ou como o primeiro ministro do país, José conduziu as suas responsabilidades
naturalmente. Ele deu a impressão de que havia sido especialmente treinado para
as diversas atividades que realizara. Sua responsabilidade brilha adiante, como
um diamante polido no meio de seixos.
Em todas as tarefas que era
obrigado a fazer, ele sempre inspirava confiança. José foi elevado ao topo por
causa da peculiaridade de seu caráter. Desse modo é que um líder deve demonstrar
sua capacidade. Ele pode confiantemente levar adiante as responsabilidades
pesadas pertinentes à liderança.
Sua auto confiança não deve ser entendida como mera segurança de que ele poderá realizar com êxito qualquer exigência que for posta diante dele. José foi mais do que um administrador habilidoso e capacitado. Ele demonstrou em sua conduta que era um homem que tinha completa confiança em Deus. Paulo descreveu essa atitude assim: "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fp 4.13). Um líder piedoso precisa possuir este tipo de atitude, não em si mesmo, mas naquele que é totalmente confiável: Deus. José foi elevado ao topo por causa de qualidades marcantes que um bom líder necessita ter.MOISÉS: UM HOMEM PREPARADO E USADO POR DEUS
O potencial da liderança de Moisés teve origem na criatividade de sua família (Hb 11.23). Quando recusara aceitar o status de neto do Faraó, ele demonstrou firmeza e convicção (v.24). Ele escolheu ser maltratado e alienado, em vez de permanecer no conforto e na segurança do palácio. Moisés expressou sua segurança pessoal de um homem que reconhecera que Deus o tinha separado à parte para uma missão especial (vv. 25,26). Sem medo perante a ira do rei, nem imprudência, demonstrou fé nas promessas de Deus, as quais o mantiveram cativo a Deus e seus propósitos por quarenta anos no deserto. Deus testou a paciência de Moisés severamente, enquanto assistia sua vida mergulhando nas areias do deserto, aparentemente, sem nenhum alvo desafiador ou resultados marcantes que pudessem virar história. Quando Deus, finalmente, o chamara para abandonar o pastoreio das ovelhas do seu sogro, para assumir uma posição ímpar de pastor da nação de Israel e libertar o povo do cativeiro, Moisés tentou escapar dessa responsabilidade. Deus superou sua relutância natural, devido ao seu impedimento de falar, para que, por fim, ele comunicasse bravamente a vontade de Deus ao Faraó, ainda que naquele momento isso pudesse custar sua própria vida.
Moisés demonstrou incríveis
qualidades de liderança durante os quarenta anos de jornada pelo deserto. A
paciência, a preocupação pela glória de Deus e a perseverança são as qualidades
que especialmente se sobressaem. Quase que com a mesma importância foram a sua
coragem perante o perigo, a sua criatividade perante a rebeldia e a sua mansidão
diante de tribulações. Todos esses elementos de liderança de alta qualidade são
manifestos em Moisés. Sua fama, depois de milhares de anos, eleva-o ao nível de
um dos mais extraordinários líderes de todos os
tempos.
A atual análise de liderança
mostra que as excelentes qualidades que Moisés apresentara são tão necessárias
hoje quanto elas foram três mil anos atrás. Alguns líderes desenvolvem certos
valores de âmbito pessoal. Por exemplo, James J. Cribbin enfatizou a seguinte
lista de traços:
A. Desempenho Atual: É a habilidade de
desempenhar bem as funções na posição atual que uma pessoa se encontra. Moisés
recebeu o melhor treinamento e educação disponível no Egito. Como pastor das
ovelhas de Jetro, ele foi completamente
confiável.
B. Iniciativa: É a habilidade de ser um
"auto-iniciador". Moisés tomou sua posição ao lado dos rejeitados escravos
hebreus contra o mestre-de-obra egípcio que batia em um companheiro hebreu.
Caso não tivesse a fibra de um líder, certamente, Moisés não poderia ter
escolhido se identificar com os oprimidos e ter assassinado o opressor (Ex
2.12-13).
C. Aceitação: É a habilidade de ganhar
respeito e vencer a confiança de outras pessoas. Moisés levantou a questão de
aceitação pelos israelitas desde o começo. Ele sabia que quarenta anos passados
no deserto do Sinai, tomando conta de ovelhas, não era a experiência que a
maioria consideraria como algo essencial à liderança (Ex. 3.11). Deus usara de
pragas e da função mediadora de Moisés, infligindo aqueles julgamentos
milagrosos, para ganhar o respeito dos egípcios e também o dos
israelitas.
D.
Comunicação: É a habilidade de articular claramente o
propósito e os alvos do grupo. Embora Moisés acreditasse que não
tinha eloquência tendo sido afligido com uma "boca pesada” (Ex
4.10) durante o curso de sua vida, ele exibiu uma habilidade de comunicação
incomum. A habilidade "de ter acesso" às pessoas em vários níveis precisa fazer
parte das funções de um líder. Em várias ocasiões, Moisés teve que responder às
murmurações e as incredulidades dos israelitas com argumentos válidos e decisões
persuasivas. Mais importante ainda, ele foi especialmente perito em comunicar-se
com Deus. Considere a exposição do autor da conclusão de Deuteronômio
"Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o SENHOR
houvesse tratado face a face" (Dt 34.10). Um homem de oração é a exigência
básica para a liderança cristã.
E. Análise e discernimento: É a habilidade de
alcançar conclusões idôneas baseadas na evidência. Moisés julgou corretamente a criação
do bezerro de ouro, e a sua adoração, como repúdio a Deus. De alguma forma, Arão
não demonstrou a habilidade para analisar o pedido da liderança israelita. Sua
análise foi tristemente prejudicada pela falta de discernimento, de tal forma,
que coincidiu com os desejos deles sem qualquer reação negativa (Ex 32.1-6).
Como um líder deficiente, Arão trouxe destruição à nação. O resultado foi o caos
espiritual, e milhares morreram como conseqüência.
F. Realização: É a quantidade e a qualidade de
trabalho produzido através do uso efetivo do tempo. Mais uma vez Moisés se
sobressai nessa categoria. Foi ele que, não somente liderou o povo para fora do
Egito, mas também, deu a Lei, o tabernáculo e as cerimônias pelas quais Israel
tinha que se aproximar de Deus e conhecer a sua
vontade.
G. Flexibilidade: É a habilidade de adaptar-se
a mudanças e de ajustar-se ao inesperado. De um príncipe honrado na corte do
faraó, a um pastor insignificante no Sinai, até um porta-voz de Deus e líder de
uma nação, Moisés demonstrou tremenda adaptabilidade. Sua humildade ímpar o fez
verdadeiramente maleável nas curvas e travessas do caminho que Deus colocara
perante ele.
H. Objetividade: É a habilidade para controlar
sentimentos pessoais, uma mente aberta. A reação de Moisés, à sugestão de Deus
que ele haveria de destruir Israel da face da terra e fazer de Moisés uma grande
nação, demonstra como este era destituído de sentimentos pessoais e de ambições
orgulhosas (Ex 32.11-13). Uma breve reflexão mostrará que cada uma dessas oito
características foram refletidas na liderança de
Moisés.
Um estudo supervisionado pelo
Fuller School of World Mission em Pasadena, na Califórnia avaliou 900 líderes de
igrejas do passado e do presente, na esperança de descobrir quais os
comportamentos básicos que melhor podiam explicar sua eficiência. A primeira
convicção desses líderes afirma que eles acreditam que a autoridade espiritual é
um princípio básico do poder espiritual. Já que o impacto de uma vida flui do
poder espiritual de um homem, é necessário esclarecer que aqueles que têm melhor
servido a Deus são aqueles que têm vivido em relacionamento mais íntimo com ele.
Moisés alimentou sua intimidade com Deus através da oração, da comunhão e da
obediência.
Sabemos muito pouco sobre a
mãe de Moisés para tecermos comentários sobre o seu impacto na vida do filho.
Podemos ter. certeza, porém, que sua criatividade, livrando a vida de seu filho
(Ex. 2.3,4), e a coragem que ela demonstrou aceitando a responsabilidade de
criá-lo para a princesa egípcia, foram fatores primordiais na formação do
caráter de Moisés. Será que podemos justificar a criação de um paralelo entre a
mãe de Moisés e Susanna Wesley que teve um impacto no mundo através da
influência que ela exerceu nos seus filhos, John e Charles Wesley, os fundadores
do Metodismo do século XVIII, na Inglaterra?
Os segredos da criação dos
filhos de Susanna foram resumidos da seguinte forma:
1. Ela ensinou autoridade,
pela sua reverência.
2. Ela ensinou domínio, pela
sua satisfação.
3. Ela ensinou sucesso, pela
sua criatividade.
4. Ela ensinou sofrimento,
pela sua tolerância.
5. Ela ensinou
responsabilidade, pela sua regularidade.
6. Ela ensinou disciplina,
pela sua bondade.
7. Ela ensinou liberdade, pela
sua lealdade.
8. Ela ensinou planejamento,
pela sua determinação.
9. Ela ensinou propósito, pela
sua fé.
10. Ela ensinou liderança,
pela sua iniciativa.
11. Ela ensinou vitória, pelo
amor.
12. Ela ensinou domínio, pela
sua segurança.
13. Ela ensinou liberdade,
pela sua virtude.
14. Ela ensinou
responsabilidade, pela sua firmeza.
15. Ela ensinou alegria, pela
sua alegria.
É verdade que não podemos
saber completamente como a mãe de Moisés demonstrou essas virtudes. Porém,
podemos ter uma idéia de que as qualidades que o escolhido de Deus apresentara
durante os quarenta anos de exaustivos desafios e tribulações, foram instiladas
por um tipo de retaguarda que ele e os Wesleys receberam. Os primeiros sete anos
de vida de uma criança são os mais cruciais na formação da sua
personalidade.
Será que as mães estão
instilando qualidades de caráter bíblico em suas crianças? Qual a influência que
a televisão e os filmes têm em nossos jovens? Será que eles estão sendo moldados
para o serviço de Deus, líderes que guiarão a Igreja e as organizações cristãs
para o próximo milênio de forma bem-sucedida?
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